Por que essa indefinição quando escrevo,
Sempre alguns
Muitas vezes algumas
De qualquer forma nenhuma coisa me satisfaz
Todas as coisas acabam por ser várias
E não poucas se fazem muitas
E isso é por alguém?
Por outrem?
Decerto há algo
Não pode ser por nada
Pois que tudo, e cada, se conjugam
Antes do nada
Um comentário:
Cuidado para não fundir a cabeça. De nada fazer uma e a última poesia da vida. Calma, tchê. Vai devagar.
Muito bom
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